Acaba de sair o livro "Dez anos a mil: Mídia e Música Popular Massiva em Tempos de Internet", organizado por Jeder Janotti Jr., idealizador do projeto, Victor de Almeida Pires e Tatiana Lima. A publicação chega em três versões eletrônicas: como e-book (PDF), para tablets (ePub) e para Kindle (mobi), disponíveis para download no endereço www.dezanosamil.com.br. A proposta é atualizar as discussões em torno da música massiva e, para isso, pesquisadores de várias partes do Brasil assinam nove artigos organizados em duas partes.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Blog sobre música em plataformas digitais
Para quem quiser acompanhar um pouco minhas navegações e pesquisas, vai o link para o blog MPM Digital.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Pearl Jam lançará álbum "Backspacer" simultaneamente em CD e para Rock Band
Seguindo nova a onda de lançamentos rocker e de agendamento de bandas, álbuns, retornos e atualização de catálogos de bandas e gravadoras, vem aí o novo CD do Pearl Jam, a ser lançado em setembro. Pelo que li, Guitar Hero é pras majors... ;)
Do Portal da MTV:
As bandas de rock tem buscado alternativas para o formato de distribuição tradicional, em discos, nos últimos anos, como uma forma de lidar com a pirataria e escapar das grandes gravadoras. Algumas lançam singles gratuitos na Internet, outras disponibilizam seus álbuns para download, a preços menores do que o consumidor pagaria por um CD.
O Pearl Jam decidiu fazer diferente. A banda de Seattle vai lançar, no dia 20 de setembro, o álbum "Backspacer", sem o apoio de uma grande gravadora. O disco estará disponível em formato CD nas lojas e ao mesmo tempo como conteúdo para download para os jogos Rock Band.
Não é a primeira vez que uma banda adota essa estratégia: o Metallica fez isso com o álbum "Death Magnetic", que foi lançado em CD e para Guitar Hero III e Guitar Hero: World Tour.
No caso de "Backspacer", o Pearl Jam anunciou que uma versão especial - e um pouco mais cara - do disco estará disponível nas lojas Target. Essa edição, que tem o apoio da MTV Games, inclui um código para fazer o download das faixas para Rock Band.
O novo disco do Pearl Jam,"Backspacer", tem 11 faixas. Confira:
Pearl Jam - "Gonna See My Friend"
Pearl Jam - "Got Some"
Pearl Jam - "The Fixer"
Pearl Jam - "Johnny Guitar"
Pearl Jam - "Just Breathe"
Pearl Jam - "Amongst the Waves"
Pearl Jam - "Unthought Known"
Pearl Jam - "Supersonic"
Pearl Jam - "Speed of Sound"
Pearl Jam - "Force of Nature"
Pearl Jam - "The End"
por Pablo Raphael
Do Portal da MTV:
As bandas de rock tem buscado alternativas para o formato de distribuição tradicional, em discos, nos últimos anos, como uma forma de lidar com a pirataria e escapar das grandes gravadoras. Algumas lançam singles gratuitos na Internet, outras disponibilizam seus álbuns para download, a preços menores do que o consumidor pagaria por um CD.
O Pearl Jam decidiu fazer diferente. A banda de Seattle vai lançar, no dia 20 de setembro, o álbum "Backspacer", sem o apoio de uma grande gravadora. O disco estará disponível em formato CD nas lojas e ao mesmo tempo como conteúdo para download para os jogos Rock Band.
Não é a primeira vez que uma banda adota essa estratégia: o Metallica fez isso com o álbum "Death Magnetic", que foi lançado em CD e para Guitar Hero III e Guitar Hero: World Tour.
No caso de "Backspacer", o Pearl Jam anunciou que uma versão especial - e um pouco mais cara - do disco estará disponível nas lojas Target. Essa edição, que tem o apoio da MTV Games, inclui um código para fazer o download das faixas para Rock Band.
O novo disco do Pearl Jam,"Backspacer", tem 11 faixas. Confira:
Pearl Jam - "Gonna See My Friend"
Pearl Jam - "Got Some"
Pearl Jam - "The Fixer"
Pearl Jam - "Johnny Guitar"
Pearl Jam - "Just Breathe"
Pearl Jam - "Amongst the Waves"
Pearl Jam - "Unthought Known"
Pearl Jam - "Supersonic"
Pearl Jam - "Speed of Sound"
Pearl Jam - "Force of Nature"
Pearl Jam - "The End"
por Pablo Raphael
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sexta-feira, 1 de maio de 2009
Ouvintes de música e internet
Dois tipos de ação parecem predominar entre os ouvintes de música em plataformas digitais. De um lado há aqueles que buscam arquivos musicais para downloads e informações sobre lançamentos, dados biográficos, bootlegs e shows, mas ficam no anonimato; de outro há fãs que usam as plataformas tanto para os downloads e obtenção de informações quanto para a escuta em streaming, a exposição de gostos e a construção de uma persona online.
Os perfis de ouvintes nas plataformas como a Last.fm e o Myspace são usados como "vitrines" para suas atuações em outras plataformas, como blogs pessoais, msn e sites de relacionamento.
Esse segundo tipo de ouvintes foi um dos principais temas do curso "Reconstrução das práticas de consumo nas plataformas online" da professora Adriana Amaral, da Universidade Tuiuti do Paraná, realizado na Facom. O pessoal do GJOL, que promoveu o encontro, postou alguns trechos do dia 29 de abril no youtube:
Os perfis de ouvintes nas plataformas como a Last.fm e o Myspace são usados como "vitrines" para suas atuações em outras plataformas, como blogs pessoais, msn e sites de relacionamento.
Esse segundo tipo de ouvintes foi um dos principais temas do curso "Reconstrução das práticas de consumo nas plataformas online" da professora Adriana Amaral, da Universidade Tuiuti do Paraná, realizado na Facom. O pessoal do GJOL, que promoveu o encontro, postou alguns trechos do dia 29 de abril no youtube:
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quarta-feira, 25 de março de 2009
"As gravadoras ainda podem sobreviver"
Para o especialista, a mesma internet que quase destruiu a indústria é agora a grande chance de salvação do negócio

Divulgação
Knopper: "As gravadoras cometeram o erro de combater os sites de trocas de músicas"
Por Tatiana Gianini | 19.03.2009 | 15h28
Revista EXAME -
Colaborador das revistas Wired e Rolling Stone, o jornalista americano Steve Knopper acaba de lançar nos Estados Unidos o livro Appetite for Self-Destruction: The Spetacular Crash of the Record Industry in the Digital Age ("Apetite para a autodestruição: a espetacular quebra da indústria das gravadoras na era digital", ainda sem previsão de publicação no Brasil). Na entrevista a seguir, Knopper fala sobre o impacto da internet na indústria da música e discute os caminhos para trazer de volta os lucros das empresas do setor.
1) Entre os erros cometidos pelas gravadoras, qual foi o que mais contribuiu para a crise atual?
Quando o Napster, primeiro programa de compartilhamento de músicas pela internet, surgiu, na década de 90, as gravadoras tentaram combatê-lo em vez de buscar alianças. Isso foi fatal. Quando as gravadoras conseguiram fechar o Napster nos tribunais, os serviços de compartilhamento de músicas na internet não acabaram. Pelo contrário, eles se multiplicaram.
2) Por que as gravadoras fizeram da internet uma inimiga?
Com as vendas dos CDs, as gravadoras detinham o controle de cada passo do negócio, do momento de produção do álbum à compra dele por um fã. A internet representou a quebra dessa cadeia de produção lucrativa. As gravadoras cometeram o erro de pensar que, se processassem alguns sites ou se ignorassem por um tempo a nova tendência, ela simplesmente deixaria de existir.
3) Os acordos para a venda de músicas na loja virtual iTunes, da Apple, selaram a paz entre as gravadoras e a internet?
Realmente, quando a loja surgiu, foi um bom negócio para as gravadoras. Num período curto, 1 bilhão de músicas foram vendidas. Mas o problema é que a iTunes não criou margens de lucros altas para as gravadoras. Tampouco para a Apple, mas para a Apple tudo bem, porque ela só queria usar a iTunes para vender iPods.
4) As gravadoras aprenderam a lidar melhor com a internet?
Elas começaram a ficar um pouco mais espertas, entendendo que as novas tecnologias podem representar a salvação de seu negócio. Está claro que o consumidor atual de música não está mais interessado apenas em ouvir um CD.
5) Qual dos novos modelos de negócios para a indústria musical o senhor considera mais promissor?
Todos eles. Quando lançam um álbum hoje, por exemplo, isso não ocorre apenas no formato CD. As empresas oferecem também as faixas para download em celular e vendem os direitos para videogames como o Guitar Hero, entre outras ações. Isso é inteligente. Poderiam, no entanto, ter feito o mesmo há dez anos.
6) As gravadoras vão sobreviver?
As principais gravadoras vão sobreviver. Sempre haverá algumas delas que vão continuar a produzir estrelas como Beyoncé e Justin Timberlake. Mas está cada vez mais difícil fazer isso.
7) O setor de mídia impressa também enfrenta dificuldades para adaptar seu modelo de negócios à plataforma digital. Os jornais estão cometendo os mesmos erros das gravadoras?
A mídia impressa também não conseguiu encontrar até hoje um modelo online lucrativo. Assim como as gravadoras, os jornais e as revistas precisam virar rapidamente o resultado dessa partida. A história da tecnologia mostra que os velhos participantes do jogo que não se adaptam às novas regras acabam morrendo.
Fonte: Revista Exame
Divulgação
Knopper: "As gravadoras cometeram o erro de combater os sites de trocas de músicas"
Por Tatiana Gianini | 19.03.2009 | 15h28
Revista EXAME -
Colaborador das revistas Wired e Rolling Stone, o jornalista americano Steve Knopper acaba de lançar nos Estados Unidos o livro Appetite for Self-Destruction: The Spetacular Crash of the Record Industry in the Digital Age ("Apetite para a autodestruição: a espetacular quebra da indústria das gravadoras na era digital", ainda sem previsão de publicação no Brasil). Na entrevista a seguir, Knopper fala sobre o impacto da internet na indústria da música e discute os caminhos para trazer de volta os lucros das empresas do setor.
1) Entre os erros cometidos pelas gravadoras, qual foi o que mais contribuiu para a crise atual?
Quando o Napster, primeiro programa de compartilhamento de músicas pela internet, surgiu, na década de 90, as gravadoras tentaram combatê-lo em vez de buscar alianças. Isso foi fatal. Quando as gravadoras conseguiram fechar o Napster nos tribunais, os serviços de compartilhamento de músicas na internet não acabaram. Pelo contrário, eles se multiplicaram.
2) Por que as gravadoras fizeram da internet uma inimiga?
Com as vendas dos CDs, as gravadoras detinham o controle de cada passo do negócio, do momento de produção do álbum à compra dele por um fã. A internet representou a quebra dessa cadeia de produção lucrativa. As gravadoras cometeram o erro de pensar que, se processassem alguns sites ou se ignorassem por um tempo a nova tendência, ela simplesmente deixaria de existir.
3) Os acordos para a venda de músicas na loja virtual iTunes, da Apple, selaram a paz entre as gravadoras e a internet?
Realmente, quando a loja surgiu, foi um bom negócio para as gravadoras. Num período curto, 1 bilhão de músicas foram vendidas. Mas o problema é que a iTunes não criou margens de lucros altas para as gravadoras. Tampouco para a Apple, mas para a Apple tudo bem, porque ela só queria usar a iTunes para vender iPods.
4) As gravadoras aprenderam a lidar melhor com a internet?
Elas começaram a ficar um pouco mais espertas, entendendo que as novas tecnologias podem representar a salvação de seu negócio. Está claro que o consumidor atual de música não está mais interessado apenas em ouvir um CD.
5) Qual dos novos modelos de negócios para a indústria musical o senhor considera mais promissor?
Todos eles. Quando lançam um álbum hoje, por exemplo, isso não ocorre apenas no formato CD. As empresas oferecem também as faixas para download em celular e vendem os direitos para videogames como o Guitar Hero, entre outras ações. Isso é inteligente. Poderiam, no entanto, ter feito o mesmo há dez anos.
6) As gravadoras vão sobreviver?
As principais gravadoras vão sobreviver. Sempre haverá algumas delas que vão continuar a produzir estrelas como Beyoncé e Justin Timberlake. Mas está cada vez mais difícil fazer isso.
7) O setor de mídia impressa também enfrenta dificuldades para adaptar seu modelo de negócios à plataforma digital. Os jornais estão cometendo os mesmos erros das gravadoras?
A mídia impressa também não conseguiu encontrar até hoje um modelo online lucrativo. Assim como as gravadoras, os jornais e as revistas precisam virar rapidamente o resultado dessa partida. A história da tecnologia mostra que os velhos participantes do jogo que não se adaptam às novas regras acabam morrendo.
Fonte: Revista Exame
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Chinese Democracy...
Sinceramente? poderia ter ficado pra esperar a democracia chinesa... Toda empolgada, baixei o CD do Guns, esperando que o milênio que eles tiveram de hiato fosse refletir positivamente na produção das músicas... ledo engano.
Oficialmente "trabalhando no álbum" desde 1994, o guns mudou de formação,foi produzido pelo próprio Axl, e de fãs ao longo desse tempo. E o resultado, bem... deixa muito a desejar... Faixas completamente repetitivas ( e olha que eu tava prestando atençãoa o que eu ouvia), sempre com a sensação de que uma emendou na outra, ou, pior ainda, que era tudo uma coisa só. As três primeiras músicas passaram sem que eu sentisse. No pior modo possível.
O responsável pela masterização, Bob Ludwig, que mixou o último CD do Skank, fala em seu site:
No domingo, 23 de novembro, a gravação do Guns N' Roses, Chinese Democracy, foi finalmente lançada, depois de muitos anos de espera e milhões de doláres gastos para fazê-lo. 14 estúdios de gravações diferentes são creditados. Eu fiquei emocionado por ter sido escolhido para masterizar o álbum.
Em outubro, quando eu ouvi pela primeira vez algumas das mixagens finais, as quais eram incrivelmente densas e com multi-camadas, eu fiquei surpreso por duas coisas: As mixagens eram tão afinadas, que ao fazer um pequeno movimento soou como se eu tivesse feito vários movimentos, e também, o montante de compressão típico usados para masterizar hoje em dia tira a vida e a musicalidade das gravações.
Os discos que eu submeti ao julgamento dos produtores tinham 3 versões: A que eu pessoalmente gostei, nao tinha compressão usada somente para aumentar o som, tinha somente a compressão que foi necessária para um ótimo rock and roll. Então, sabendo como tudo é muito competitivo hoje em dia, eu fiz outras duas masterizações, uma com mais compressão e outra com mais compressão ainda, mas até mesmo o mais barulhento, não é tão barulhento como alguns CDs de hoje em dia. Desejando que ao menos uma dessas versões satisfizesse o Axl e o Caram Costanzo, o co-produtor do álbum, eu fiquei pasmo quando eles resolveram ir com a minha versão, e a versão barulho-por-barulho foi ignorada.
Eu acho que os fãs e a imprensa tem ido contra as gravaçoes que são super comprensadas e, finalmente alguém saiu do contexto para pegar um stand e voltar a colocar a música e a dinamica acima dos niveis altos de som.
A questão dinamica vs. volume, inclui o ato de ao simplesmente girar o botão de volume da sua música no sentido horário, notar um pequeno aumento na reprodução. Verdade, quando compra-se no iTunes, sua música talvez não saia tão alta quanto as outras músicas. Ao tentar impressionar a estação de rádio PD, poderá ser um problema se você não der a atenção garantida que essa gravação merece, no entanto, o nível na programação da rádio não é um problema. Como eu tenho dito há anos, as estações de rádio estão competindo umas com as outras e todas elas têm dispositivos para tornar coisas suaves em barulhentas, e suavizar coisas barulhentas. Eu ouvi um review de um crítico sobre o Chinese Democracy na NPR e os exemplos de músicas que eles tocaram, gritaram pelo meu rádio portátil. Mesmo com a compressão da estação de rádio, você ainda consegue ouvir detalhes no rádio do carro... incrível!
Eu espero que o Chinese Democracy marque o começo do retorno dos niveis sãs e a musicalidade triunfando sobre a distorção e o grunge. Eu já vi outros produtores mostrando alguma consciencia e apreciação pela qualidade, eu rezo pra que seja o fim da guerra de altura.
Ele fala bonito, mas não pode resolver o que é o problema pra mim: as músicas são repetitivas e tem até uma tentativa de reviver "November rain", pra mim uma das músicas mais chatas ever!
link do álbum pra download: aqui e aqui
Oficialmente "trabalhando no álbum" desde 1994, o guns mudou de formação,foi produzido pelo próprio Axl, e de fãs ao longo desse tempo. E o resultado, bem... deixa muito a desejar... Faixas completamente repetitivas ( e olha que eu tava prestando atençãoa o que eu ouvia), sempre com a sensação de que uma emendou na outra, ou, pior ainda, que era tudo uma coisa só. As três primeiras músicas passaram sem que eu sentisse. No pior modo possível.
O responsável pela masterização, Bob Ludwig, que mixou o último CD do Skank, fala em seu site:
No domingo, 23 de novembro, a gravação do Guns N' Roses, Chinese Democracy, foi finalmente lançada, depois de muitos anos de espera e milhões de doláres gastos para fazê-lo. 14 estúdios de gravações diferentes são creditados. Eu fiquei emocionado por ter sido escolhido para masterizar o álbum.
Em outubro, quando eu ouvi pela primeira vez algumas das mixagens finais, as quais eram incrivelmente densas e com multi-camadas, eu fiquei surpreso por duas coisas: As mixagens eram tão afinadas, que ao fazer um pequeno movimento soou como se eu tivesse feito vários movimentos, e também, o montante de compressão típico usados para masterizar hoje em dia tira a vida e a musicalidade das gravações.
Os discos que eu submeti ao julgamento dos produtores tinham 3 versões: A que eu pessoalmente gostei, nao tinha compressão usada somente para aumentar o som, tinha somente a compressão que foi necessária para um ótimo rock and roll. Então, sabendo como tudo é muito competitivo hoje em dia, eu fiz outras duas masterizações, uma com mais compressão e outra com mais compressão ainda, mas até mesmo o mais barulhento, não é tão barulhento como alguns CDs de hoje em dia. Desejando que ao menos uma dessas versões satisfizesse o Axl e o Caram Costanzo, o co-produtor do álbum, eu fiquei pasmo quando eles resolveram ir com a minha versão, e a versão barulho-por-barulho foi ignorada.
Eu acho que os fãs e a imprensa tem ido contra as gravaçoes que são super comprensadas e, finalmente alguém saiu do contexto para pegar um stand e voltar a colocar a música e a dinamica acima dos niveis altos de som.
A questão dinamica vs. volume, inclui o ato de ao simplesmente girar o botão de volume da sua música no sentido horário, notar um pequeno aumento na reprodução. Verdade, quando compra-se no iTunes, sua música talvez não saia tão alta quanto as outras músicas. Ao tentar impressionar a estação de rádio PD, poderá ser um problema se você não der a atenção garantida que essa gravação merece, no entanto, o nível na programação da rádio não é um problema. Como eu tenho dito há anos, as estações de rádio estão competindo umas com as outras e todas elas têm dispositivos para tornar coisas suaves em barulhentas, e suavizar coisas barulhentas. Eu ouvi um review de um crítico sobre o Chinese Democracy na NPR e os exemplos de músicas que eles tocaram, gritaram pelo meu rádio portátil. Mesmo com a compressão da estação de rádio, você ainda consegue ouvir detalhes no rádio do carro... incrível!
Eu espero que o Chinese Democracy marque o começo do retorno dos niveis sãs e a musicalidade triunfando sobre a distorção e o grunge. Eu já vi outros produtores mostrando alguma consciencia e apreciação pela qualidade, eu rezo pra que seja o fim da guerra de altura.
Ele fala bonito, mas não pode resolver o que é o problema pra mim: as músicas são repetitivas e tem até uma tentativa de reviver "November rain", pra mim uma das músicas mais chatas ever!
link do álbum pra download: aqui e aqui
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Música eletrônica, mídia e estudos culturais
A partir do interesse dos estudos culturais em analisar a música popular produzida na década de 80, assim como as discussões em torno das cenas da época e suas manifestações, o pesquisador Claudio Manoel faz uma relação com a música eletrônica, em seu artigo Música pop, e-music, mídia e estudos culturais, abordando os meios de divulgação, circulação e consumo no início dos anos 90. O interessante é a leitura mais atual da cena de música eletrônica a partir dos temas citados, levando em consideração a influência da mídia.
Artigo completo em:
http://claudiomanoel.wordpress.com/category/estudos-culturais/
Artigo completo em:
http://claudiomanoel.wordpress.com/category/estudos-culturais/
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quarta-feira, 2 de julho de 2008
Geração Streaming
Primeiro teve a geração do vinil, depois a do CD, a do MP3 e agora a da "streaming media", que cresce em torno de serviços como MySpace, MuxTape, Last.fm e iLike, que fornecem músicas para ouvir online, sem precisar baixar nada para o computador.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Pós em Música discute computação musical
Texto enviado por Marcel
Discutir novas tecnologias em computação musical é proposta de fórum na pós-graduação em Música, com participação do Grupo de Pesquisa Genos, da EMUS. O encontro está agendado para sexta-feira, 9, às 14h, na sala da pós-graduação da unidade.
A área de Computação Musical compreende pesquisa científica, tecnológica e artística nas áreas de composição algorítmica, análise/síntese de som, acústica musical, análise musical assistida por computador, processamento digital de áudio, multimídia e qualidade de serviço.
O Grupo de Pesquisa Genos da Escola de Música da UFBA é composto por uma equipe multidisciplinar de pesquisa de teoria, composição, e computação musical com as linhas de pesquisa em http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0291803FMWQ07Hhttp://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0291803FMWQ07H
Discutir novas tecnologias em computação musical é proposta de fórum na pós-graduação em Música, com participação do Grupo de Pesquisa Genos, da EMUS. O encontro está agendado para sexta-feira, 9, às 14h, na sala da pós-graduação da unidade.
A área de Computação Musical compreende pesquisa científica, tecnológica e artística nas áreas de composição algorítmica, análise/síntese de som, acústica musical, análise musical assistida por computador, processamento digital de áudio, multimídia e qualidade de serviço.
O Grupo de Pesquisa Genos da Escola de Música da UFBA é composto por uma equipe multidisciplinar de pesquisa de teoria, composição, e computação musical com as linhas de pesquisa em http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0291803FMWQ07Hhttp://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0291803FMWQ07H
segunda-feira, 5 de maio de 2008
EMI contrata alto executivo do Google para liderar departamento de música digital
Novidades na aérea digital da EMI Music. A gravadora acaba de anunciar a contratação de Douglas Merrill, um dos mais antigos executivos do Google, para liderar o departamento de música digital, em franca expansão.
Como presidente da área de Digital Business da EMI Music, Merrill encabeçará essa nova função global que, pela primeira vez, promoverá liderança unificada nas áreas de estratégia digital, inovação, desenvolvimento de novos negócios, abastecimento de revendas e atividades de tecnologia global.
Guy Hands, CEO da Terra Firma e chairman do EMI Group, disse: "Douglas é um agente de mudanças que alia amplo intelecto de negócios com um profundo background em estratégia. Sua experiência, talentos e sua habilidade para conduzir inovações serão de extremo valor para a EMI e seus artistas".
Merrill diz: "Eu tenho duas paixões. Uma é a criação de plataformas e ferramentas que facilitem aos consumidores o alcance de seus objetivos. A outra é a música. Este empolgante novo papel na EMI é uma oportunidade única para combinar essas duas paixões e trabalhá-las juntas, auxiliando no objetivo da EMI de prover os melhores serviços no mundo aos consumidores e músicos".
Merrill inicia suas funções na EMI em 28 de abril e trabalhará na sede da EMI Music em Los Angeles.
Como presidente da área de Digital Business da EMI Music, Merrill encabeçará essa nova função global que, pela primeira vez, promoverá liderança unificada nas áreas de estratégia digital, inovação, desenvolvimento de novos negócios, abastecimento de revendas e atividades de tecnologia global.
Guy Hands, CEO da Terra Firma e chairman do EMI Group, disse: "Douglas é um agente de mudanças que alia amplo intelecto de negócios com um profundo background em estratégia. Sua experiência, talentos e sua habilidade para conduzir inovações serão de extremo valor para a EMI e seus artistas".
Merrill diz: "Eu tenho duas paixões. Uma é a criação de plataformas e ferramentas que facilitem aos consumidores o alcance de seus objetivos. A outra é a música. Este empolgante novo papel na EMI é uma oportunidade única para combinar essas duas paixões e trabalhá-las juntas, auxiliando no objetivo da EMI de prover os melhores serviços no mundo aos consumidores e músicos".
Merrill inicia suas funções na EMI em 28 de abril e trabalhará na sede da EMI Music em Los Angeles.
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